Recomeçar Vida Plena

Recomeçar Vida Plena

Durante algum tempo, acompanhei mulheres na menopausa. Falei sobre as mudanças do corpo, os desafios emocionais, a autoestima, o bem-estar e tudo aquilo que esta fase pode trazer.

Foi um caminho importante para mim.

Aprendi muito. Ouvi muitas histórias. Conheci mulheres incríveis.

Mas, à medida que fui caminhando com elas, e também comigo própria, comecei a perceber uma coisa:

a menopausa é apenas uma parte da história.

Depois dela continuam a existir muitas perguntas.

Quem sou eu agora?

O que quero para a minha vida?

O que ficou por viver?

O que quero deixar para trás?

Que sonhos ainda fazem sentido?

Como quero viver os próximos 10, 20 ou 30 anos?

E foi aí que comecei também a sentir que o meu próprio caminho estava a mudar.

Não queria falar apenas daquilo que acontece ao corpo de uma mulher.

Queria falar da mulher inteira.

Queria falar do futuro.

Porque chegar à maturidade não significa fechar capítulos.

Significa, muitas vezes, descobrir que temos finalmente experiência suficiente para escrever alguns deles de outra maneira. À nossa maneira.

Foi assim que nasceu o Recomeçar Vida Plena.

Não como uma negação de tudo o que fiz antes.

Mas como uma continuação.

Uma evolução.

Um passo que também é meu.

Porque eu própria estou a recomeçar.

E talvez seja precisamente por isso que este projeto faça tanto sentido para mim.

Não quero dizer-lhe como deve viver esta fase da vida.

Quero caminhar consigo, ouvir, questionar, descobrir e criar ferramentas que nos ajudem a perceber que a maturidade pode ser uma das fases mais conscientes, livres e bonitas da nossa vida.

Recomeçar não significa esquecer quem fomos.

Significa levar connosco tudo aquilo que aprendemos e perguntar:

“E agora, o que quero fazer com a vida que tenho pela frente?”

É esta pergunta que quero levar comigo.

É esta pergunta que quero levar até si.

E é esta a nova etapa que começo hoje.

Acredito que tal com eu, você ainda tem muita vida para viver, será que quer continuar a viver como até aqui ou sente que chegou o momento de criar algo seu, de fazer algo por si

Durante muitos anos, provavelmente houve sempre alguém ou alguma coisa a precisar de si.


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